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Viajar porque sim

Paixão por viagens, escrita e fotografia

Qui | 14.03.19

Dois dias em Bucareste - dia 1

 

Bucareste não é daquelas cidades famosas e maravilhosas que toda a gente anseia visitar, nem costuma aparecer nas listas de destinos turísticos mais premiados ou recomendados. Talvez seja porque é uma capital algo pacata, pelos parâmetros habituais, e tão “low profile” como a própria Roménia; ou talvez isso tenha a ver com o seu passado obscuro, já não tão recente quanto isso mas ainda assim bem presente nas memórias de muitos de nós. Seja por que razão for, é tempo de colocar Bucareste no lugar que merece. E embora dois dias não sejam – obviamente! – suficientes para conhecer tudo o que esta cidade tem para oferecer, serão sem dúvida um bom “aperitivo” para criar a vontade de um dia regressar.

 

Bucareste

 

Para aproveitar bem os dois dias, o ideal mesmo é ir num voo nocturno e chegar a Bucareste de manhã bem cedinho. O aeroporto de Henri Coandă (para onde há vos directos de Lisboa) fica em Otopeni, uma mera quinzena de quilómetros a norte da capital, e há várias hipóteses de transporte para Bucareste – mas disso falarei mais adiante.

 

Depois de algum descanso e um bom pequeno-almoço, é hora de meter pés ao caminho. Um conselho: escolham um hotel que fique mesmo na cidade, de preferência não demasiado longe do centro. O sistema de transportes públicos é algo irregular e sobrepovoado; e como Bucareste não tem declives muito acentuados, não se torna demasiado cansativa, pelo que o ideal mesmo é andar a pé. E de facto esta é a melhor maneira de conhecer uma cidade.

 

Embora a lenda atribua a fundação de Bucareste a um pastor – de seu nome Bucur, que terá construído uma igreja na margem leste do rio Dâmbovița, no séc. XIV – os primeiros registos fiáveis sobre a cidade datam de 1459, onde é mencionada como sendo uma das residências de Vlad II Dracul, príncipe da Valáquia. Tal como todo o território da actual Roménia, foi durante séculos palco de acirradas refregas territoriais, passando de mão em mão entre gregos e turcos, russos e austríacos, e outros quejandos, e só em finais do séc. XIX, com a criação do reino da Roménia, entrou num período de relativa paz. É possivelmente por tudo isto que Bucareste apresenta uma tão grande diversidade cultural, imediatamente visível ao nível da sua arquitectura, em que edifícios da Belle Époque dos finais do séc. XVIII e inícios do séc. XIX coexistem tanto com elementos tradicionais dos Balcãs e do Médio Oriente, como com linhas mais modernistas.

 

Bucareste (2)

 

Onde tudo começou

 

É no centro histórico que encontramos o que ainda subsiste dos primórdios de Bucareste, e tudo começou precisamente no tal palácio que foi residência dos príncipes da Valáquia, em torno do qual a cidade foi crescendo século após século. O seu nome actual é Curtea Veche (Corte Velha ou Palácio Real Velho) e dele hoje apenas podemos ver ruínas, nas quais está instalado um museu. Fica na Strada Franceză, em pleno centro histórico, mesmo junto à Biserica Sfântul Anton – ou Igreja de Santo António, se preferirem – que data do séc. XVI e é a igreja mais antiga da cidade. Turismo oblige, não fosse dar-se o caso de as ruínas passarem despercebidas, colocaram mesmo em frente um busto do celebérrimo Vlad Țepeș (Vlad, o Empalador, de quem já falei aqui), apesar de ter sido o seu pai e não ele quem construiu o palácio. O famoso príncipe, também conhecido como Vlad III ou Vlad Drăculea, viveu aqui durante o seu segundo reinado, marcado pelos conflitos com os turcos e portanto pela necessidade de vigiar e proteger permanentemente o lado sul dos seus domínios, definido pelo Danúbio. Foi por isso ele quem passou a referir-se ao palácio como “residência real” – o que justifica até certo ponto a homenagem que lhe é actualmente prestada.

Bucareste - Biserica Sfântul Anton (Igreja de Santo António)Bucareste - busto de Vlad Tepes na Curtea Veche

Numa rua perpendicular, a Strada Căldărari, erguem-se os três pisos do Hanul lui Manuc, que foi um dos últimos caravanserai da Europa e hoje funciona como hotel e restaurante, preservando o seu enorme pátio interior, entretanto adaptado para receber os muitos grupos de turistas e locais que procuram uma refeição tradicional.

Bucareste - Hanul Lui Manuc

 

Limitado a sul pelo rio Dâmbovița, a oeste pela Calea Victoriei, a norte pelo Bulevardul Regina Elisabeta, e a este pelo Bulevardul I. C. Brătianu, o centro histórico agrega basicamente o que restou da cidade depois da 2ª Guerra Mundial. E que não é nada pouco, fica já o aviso. Se seguirmos pela Strada Franceză desembocamos na Calea Victoriei, assim baptizada em celebração da vitória romena na Guerra da Independência de 1877-78. Em ambos os lados desta avenida perfilam-se edifícios de linhas imponentes, que evocam a época áurea de Bucareste e têm vindo a recuperar progressivamente a sua antiga glória. Logo à direita encontramos a escadaria do enorme Museu Nacional de História da Roménia, e em frente o extraordinário Palácio CEC (a sede da Caixa Económica, e muito parecido com o Petit Palais de Paris), em franco contraste com o “mastodonte” moderno de pedra e vidro espelhado que é o edifício onde se aloja o Banco Comercial da Roménia.

Bucareste - Calea Victoriei - Palácio CEC

 

É também na Calea Victoriei que fica um dos lugares de que mais gostei em Bucareste: a Passagem Macca-Villacrosse. Tem duas entradas (a Passajul Macca e a Passajul Villacrosse), mas qualquer delas passa relativamente despercebida se não estivermos com atenção (que foi o que me sucedeu da primeira vez que por ali andei). É uma galeria coberta com a forma de um “U”, cujo nome vem dos donos da estalagem em torno da qual foi inicialmente construída, mas o seu aspecto actual foi concebido pelo arquitecto Felix Xenopol em 1891, depois de o local ter sido adquirido pela administração da cidade. Em 1950 passaram a chamar-lhe Stradă Bijuteria – as lojas que alojava eram sobretudo joalharias – mas em 1990, depois da Revolução Romena, o nome inicial voltou a ser adoptado.

Bucareste - Passagem Macca-Villacrosse (3)

Actualmente a Passagem é um lugar trendy e turístico, com algumas lojas e muitos cafés e restaurantes, todos eles com esplanada, e sobejamente conhecida pelos seus bares de shisha. Tem um ambiente ecléctico e algo surreal, uma luz leitosa e cálida filtrada pelo vidro amarelo que reveste as arcadas da cobertura. No local onde as duas “ruas” se encontram foi construída uma cúpula em ferro, vidro e madeira, aparentemente simples mas de grande efeito, e as paredes – que aqui são circulares – estão decoradas com ornamentos em relevo e capitéis coríntios. Definitivamente, apetece demorarmo-nos por ali…

Bucareste - Passagem Macca-Villacrosse (2)

 

Bucareste - Passagem Macca-Villacrosse (1)

 

A cidade de Bucareste tem umas quantas dezenas de igrejas de vários credos, algumas delas dissimuladas em locais meio escondidos, e uma destas igrejas está precisamente na confluência da Calea Victoriei com a avenida Regina Elisabeta – só que oculta por trás do Pizza Hut. A Biserica Doamnei (Igreja da Senhora) data de 1683, e tem a particularidade de ter sido a primeira da cidade a ostentar pilares de pedra octogonais.

Bucareste - Biserica Doamnei

 

Seguindo pela Stradă Doamnei, encontramos mais à frente outro dos edifícios que mais me impressionou – simultaneamente pela positiva e pela negativa. O antigo Palácio da Bolsa, na esquina com a Stradă Ion Ghica, está classificado como monumento histórico. Também construído em inícios do séc. XX, segundo projecto de Ştefan Burcuş, a sua fachada exuberantemente decorada deve-se a Emil W. Becker, que era à data o escultor da família real romena. Abrigou durante muito tempo a Biblioteca Nacional da Roménia, instituição que entretanto se mudou para paragens mais amplas. Em 2008 voltou para as mãos da Câmara do Comércio e Indústria, mas nota-se que se foi degradando com o tempo, com grande parte da sua beleza obscurecida pela sujidade e pela notória falta de manutenção. Quando lá estive ainda estava ostensivamente para alugar, mas parece que recentemente surgiu um promotor privado com um projecto para recuperar e reconverter o edifício – esperemos que com bom gosto o suficiente para lhe devolver o seu óbvio antigo esplendor.

Bucareste - antigo Palácio da Bolsa

 

Virando à esquerda para a Stradă Ion Ghica, vamos encontrar mais uma boa surpresa. Igrejas não faltam em Bucareste (ocorreu precisamente há poucos dias a consagração da nova catedral, construída perto do Palácio do Parlamento, que ocupa agora a posição de maior igreja ortodoxa do mundo), mas a Igreja Russa de São Nicolau é para mim a mais bonita de todas. Pequena e compacta, feita em tijolo e com um formato quase arredondado, é coroada por sete cúpulas em forma de cebola protuberante (a “imagem de marca” da arquitectura religiosa russa) revestidas com placas douradas, sublinhadas por delicados frisos de metal e de pedra e por uma barra pintada. Estando muito perto da Universidade, foi colocada ao serviço desta instituição, razão pela qual também é conhecida como “igreja dos estudantes”.

Bucareste - Igreja Russa de São Nicolau (1)

 

Bucareste - Igreja Russa de São Nicolau (2)

 

O coração do centro histórico de Bucareste é sem dúvida a Stradă Lipscani. O nome da rua tem origem alemã: era aqui que na Idade Média os comerciantes vendiam as mercadorias que traziam de Leipzig (ou Lipsca, nas línguas eslavas). Sempre muito movimentada, esta rua como que condensa o carácter da própria cidade e os seus contrastes evidentes: o velho ao lado do novo, o oriente versus o ocidente, a decrepitude e o desenvolvimento, a elegância em oposição ao desleixo, fachadas soberbas paredes-meias com outras complemente delapidadas. Aqui encontramos o imponente edifício do Banco Nacional, com um frontispício de colunas coríntias, e a fantástica livraria que dá pelo nome de Carturesti Carusel, alojada num edifício de finais do séc. XIX mas com um interior completamente (e lindamente!) renovado. Tal como a maior parte do centro histórico, a rua Lipscani é exclusivamente pedestre e quase totalmente dedicada ao comércio e ao lazer.

Bucareste - Banco Nacional

 

Ao lado da Lipscani, a pequena Stradă Stavropoleos é outro ponto obrigatório da visita. Rodeada por edifícios altos que a abafariam se não fosse tão bonita, a igreja-mosteiro de Stavropoleos (“cidade da cruz”, numa tradução à letra) é um dos exemplos mais notáveis e atraentes do estilo Brancovenesco - assim chamado em tributo ao príncipe Constantin Brâncoveanu, que promoveu a construção de inúmeros edifícios (sobretudo religiosos) durante a sua administração, nos sécs. XVII-XVIII, quando a Valáquia se encontrava sob domínio turco. Também conhecido como Renascimento Romeno, este estilo arquitectónico mistura de forma muito feliz influências barrocas, bizantinas, otomanas e do Renascimento tardio, e é tão original que os edifícios deste estilo se destacam perfeitamente dos outros. Aliás, um dos aspectos que mais me encantou na Roménia foi o facto de me sentir na Europa e ao mesmo tempo fora dela, tantas são as particularidades específicas deste país multifacetado – e o Brancovenesco é, ao nível da arquitectura, a síntese admirável desta multiculturalidade.

Bucareste - Igreja de Stavropoleos (1)

 

Bucareste - Igreja de Stavropoleos (5)

 

Mas voltemos à igreja de Stavropoleos, que há muito para dizer. Foi construída em 1724 por iniciativa de um monge grego, dedicada aos arcanjos Gabriel e Miguel, e é também um mosteiro feminino – embora possa parecer estranho um mosteiro ser tão pequeno. Depois de um período áureo, uma série de acidentes combinados com má administração levaram ao declínio e finalmente à demolição do mosteiro no final do séc. XIX. A restauração da igreja e reconstrução do mosteiro ficaram a cargo de Ion Mincu, um arquitecto de renome, que redesenhou o edifício no estilo Neo-Romeno em voga no início do séc. XX. O resultado é uma pequena jóia da arquitectura religiosa ortodoxa: paredes e caixilhos com recortes e colunas de pedra gravadas com motivos florais, frisos com ícones pintados, madeiras finamente trabalhadas – em particular nas portas – e murais belíssimos tanto no exterior como no interior, com alguns frescos originais ainda parcialmente preservados. A parte do mosteiro desenvolve-se em volta de um pequeno pátio, que alberga uma curiosa colecção de cruzes e lápides em pedra oriundas de outras igrejas de Bucareste já desaparecidas. A igreja, onde são realizados três ofícios religiosos diários, está aberta das 8 às 22h, e pode ser visitada gratuitamente – quem quer contribuir pode comprar, a uma freira muito simpática, um conjunto de postais a preços simbólicos. O mosteiro tem um museu com uma colecção rara de ícones, livros e outros objectos religiosos, que é visitável apenas com marcação prévia.

Bucareste - Igreja de Stavropoleos (2)

 

Bucareste - Igreja de Stavropoleos (4)

 

Bucareste - Igreja de Stavropoleos (3)

 

O almoço pode ser no Cara’ Cu Bere, a cervejaria mais antiga de Bucareste. Sim, é um restaurante muito “turístico” e a comida não é nada do outro mundo, mas a decoração do interior vale por tudo: janelas com vitrais, piso de mosaicos cerâmicos coloridos, paredes com pinturas bucólicas, colunas em estuque e mármore, madeiras trabalhadas – uma profusão de elementos decorativos que oscilam entre o exótico, o folclórico e o sofisticado. O Cara’ Cu Bere (tradução: carroça da cerveja) tem uma história de mais de 130 anos e é uma verdadeira instituição da cidade, tanto assim que por ali já passaram muitos nomes famosos, desde músicos a príncipes e figuras políticas de renome. Tem uma esplanada coberta, e no interior as refeições são acompanhadas por um pianista que actua ao vivo.

Bucareste - restaurante Cara’ Cu Bere (3)

 

Bucareste - restaurante Cara’ Cu Bere (2)

 

Bucareste - restaurante Cara’ Cu Bere (1)

 

O Bulevardul Brătianu, que delimita o leste do centro histórico, é uma avenida enorme que corre de sul para norte, cheia de movimento e lojas – uma avenida como tantas outras em tantas cidades europeias. Aqui encontramos, quase na Praça da Universidade, o Museu Municipal de Bucareste, alojado há mais de meio século numa das antigas residências aristocráticas da cidade, o Palácio Şuţu. É um bonito edifício neogótico, em que os ferros forjados negros se destacam sobre o branco e cinza das paredes, e é impossível não dar por ele. Entre uma miríade de objectos de todas as espécies, divididos em várias exposições, encontra-se o tal documento de 1459 onde a cidade é referida pela primeira vez.

Bucareste - Museu Municipal

 

Contrastando com os imponentes edifícios da Universidade que se estendem para o lado esquerdo de quem sobe a avenida, do lado direito vemos o Teatro Nacional Ion Luca Caragiale, uma construção modernista de dimensões avantajadas à frente do qual foi instalada uma engraçadíssima escultura de Ioan Bolborea a que dão o nome de “Carroça com Palhaços”, tão espaventosa e fora do vulgar que chama bem mais a atenção do que o próprio edifício do Teatro (e que me fez lembrar o universo dos filmes de Emir Kusturica, embora este realizador seja sérvio e não romeno).

Bucareste - escultura Carroça com Palhaços em frente ao Teatro Nacional Ion Luca Caragiale

 

O destino seguinte é a Piața Revoluției, que se traduz por Praça da Revolução e é outro dos centros nevrálgicos de Bucareste. Como o nome indica, foi aqui que no dia 21 de Dezembro de 1989 Nicolae Ceausescu fez o seu último discurso, que despoletou o princípio do fim do regime e a queda em desgraça deste ditador. Os edifícios na altura ocupados pelo Partido Comunista Romeno abrigam agora vários Ministérios, e no centro da Praça o estranhíssimo (e feioso) Monumento do Renascimento – a que os locais chamam “azeitona num palito de cocktail” – evoca a revolução e o sangue por ela derramado. Ao lado, um memorial às 1058 vítimas da revolução, que inclui uma estátua de bronze de Iuliu Maniu, um antigo Primeiro-Ministro liberal que esteve vários anos prisioneiro na Sighet (a prisão política do anterior regime) até à sua morte em 1953.

Bucareste - Piața Revoluției - Monumento do Renascimento

 

Bucareste - Piața Revoluției - estátua de Iuliu Manui

 

Em frente ao edifício onde agora está instalada a Biblioteca Nacional da Roménia ergue-se a estátua equestre de Carol I (o primeiro rei da Roménia, que a governou entre 1881 e 1914), e do outro lado da Praça o antigo Palácio Real foi convertido no Museu Nacional de Arte.

Bucareste - Piața Revoluției - estátua de Carol I

 

Perto do Museu e junto a uma zona verde, passando meio despercebida entre o tamanho imponente dos edifícios que rodeiam a Praça, encontramos a igreja Kretzulescu, que é mais um excelente exemplo do estilo Brancovenesco. Construída no séc. XVIII, esteve marcada para demolição nos primórdios do regime comunista, mas os esforços de vários arquitectos conseguiram evitar a sua destruição.

 

Bucareste - igreja Kretzulescu (1)Bucareste - igreja Kretzulescu (2)

Para terminar da melhor maneira este primeiro dia, mais um ponto de visita obrigatória em Bucareste: o Ateneu Romano. Data do séc. XIX, é Património Europeu e uma das jóias arquitectónicas da Roménia, possuindo características muito próprias – a começar pela sua cor amarela e pela dimensão de respeito, que faz com que seja impossível passar despercebido. Nitidamente neo-clássico, a fachada tem seis grandes colunas com capitéis jónicos, atrás das quais foram pintados “medalhões” com as figuras de cinco voivodes (governadores e chefes militares) da Roménia. Funciona actualmente como sala concertos e conferências e, milagrosamente, permaneceu incólume durante a 2ª Guerra Mundial, quando todos os edifícios que o rodeavam foram destruídos em bombardeamentos.

Bucareste - Ateneu Romano (1)Bucareste - Ateneu Romano (2)

 

Estes são apenas alguns dos vários pontos de interesse do centro de Bucareste, mas claro que há muito mais para ver e absorver – e mais quilómetros para andar :-) No próximo post, a publicar dentro de dias, vou falar-vos das minhas sugestões para o segundo dia deste roteiro.

 

Dia 2 do roteiro (a publicar) →

 

Outros posts aqui publicados sobre a Roménia:

Um roteiro na Roménia

10 razões para visitar a Roménia

Nos passos de Vlad Dracul

 

 

 

 

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