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Viajar. Porque sim.

Paixão por viagens, escrita e fotografia

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As cores do mundo - IV

 

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O nosso mundo está cheio de belos lugares coloridos.

 

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Mercado dos Lavradores (Funchal, Madeira)

 

No centro do Funchal, este famoso Mercado é fresco, animado e colorido. Há flores e frutas de todas as espécies, e é impossível resistir a provar (e comprar!) tantas delícias.

 

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Cemitério Feliz de Săpânța (Maramureş, Roménia)

 

O nome diz tudo. É no norte da Roménia que está situado aquele que é certamente o cemitério mais original do mundo. Original e vibrante de cor, celebrando a vida dos que ali estão sepultados.

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Aveiro (Portugal)

 

Há quem lhe chame “a Veneza de Portugal” – pelos seus coloridos moliceiros, pelos edifícios Arte Nova em tons pastel, pelo canal que atravessa a cidade, e pela belíssima ria em que está inserida.

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(artigo publicado na rubrica de VIAGENS da REVISTA INOMINÁVEL n.º 6)

 

As cores do mundo - III

 

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O nosso mundo está cheio de belos lugares coloridos.

 

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Sarchí (Alajuela, Costa Rica)

 

As carretas (carros de bois) tradicionais, declaradas Património Imaterial da Humanidade pela Unesco, são o maior expoente da riqueza artesanal da Costa Rica.

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Júzcar (Andaluzia, Espanha)

 

Neste pueblo blanco, a cor rainha é o azul. Em 2011, as casas de Júzcar foram todas pintadas desta cor, numa manobra publicitária para o lançamento do filme “Os Smurfs” - e assim continuam até hoje.

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Santa Fé (Novo México, EUA)

 

A herança índia e espanhola reflecte-se na cultura e no colorido desta cidade do sul dos Estados Unidos.

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(artigo publicado na rubrica de VIAGENS da REVISTA INOMINÁVEL n.º 6)

 

As cores do mundo - II

 

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O nosso mundo está cheio de belos lugares coloridos.

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Bazar das Especiarias (Istambul, Turquia)

 

Também conhecido como Bazar Egípcio, é um mundo de cor e cheiros no coração de Istambul.

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Também conhecido como Bazar Egípcio, é um mundo de cor e cheiros no coração de Istambul.

 

Cemitério de Mirogoj (Zagreb, Croácia)

 

É estranho pensar num cemitério como um local colorido, mas a verdade é que em Mirogoj, o maior cemitério da capital croata, a cor é o elemento dominante, e contribui para o seu carácter único.

 

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Porto Cervo (Costa Esmeralda, Sardenha)

 

Há influências gregas, espanholas e mouriscas na arquitectura de Porto Cervo, onde os tons da terra e do mar se misturam em harmonia perfeita.

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(artigo publicado na rubrica de VIAGENS da REVISTA INOMINÁVEL n.º 6)

 

As cores do mundo - I

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O nosso mundo está cheio de belos lugares coloridos.

 

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Klima (Milos, Grécia)

 

Na aldeia piscatória mais bem conservada da ilha de Milos, as portas e janelas das antigas casas dos pescadores são uma explosão de cor junto ao azul-turquesa do mar Egeu.

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Sighișoara (Roménia)

 

Sighișoara é uma das cidades mais bonitas da Roménia, rica em história e em cores.

 

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Casas de Hundertwasser (Viena, Áustria)

 

O arquitecto Friedensreich Hundertwasser deixou a sua marca colorida em muitos lugares. Este conjunto de apartamentos em Viena e a sua antiga casa na mesma cidade (hoje um museu) são dois ícones do seu legado.

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(artigo publicado na rubrica de VIAGENS da REVISTA INOMINÁVEL n.º 6)

Passear a pé - Parque Linear Ribeirinho do Estuário do Tejo

 

Passear a pé é uma das minhas actividades favoritas, sobretudo em ambiente natural. Além de ser saudável, é distrativo e areja a cabeça, o que faz maravilhas pelo meu estado de espírito. Estou sempre à procura de novos percursos, mesmo que sejam longe de onde vivo, e há pouco tempo fui conhecer um dos projectos portugueses de arquitectura paisagista mais premiados internacionalmente: o Parque Linear Ribeirinho do Estuário do Tejo, entre Alverca e a Póvoa de Santa Iria.

Passear a pé I - O Parque Linear Ribeirinho do Es

 

O Parque ocupa uma área de 14 hectares numa área onde antes existiam terrenos agrícolas e industriais, e oferece vários percursos para passear, entre passadiços de madeira e trilhos de terra batida.

 

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Os trilhos são utilizáveis por peões e bicicletas e no total têm quase 6 km de comprimento, grande parte dos quais junto ao Tejo e a ribeiras que lhe estão ligadas.

 

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A vegetação é predominantemente rasteira, típica do sapal do estuário do Tejo, com gramíneas e caniços, e praticamente sem árvores – ideal para podermos aproveitar a relaxante e pacífica vista do rio, numa enorme extensão.

 

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Para quem gosta de aves (como é o meu caso, sobretudo quando estão em liberdade!), o Parque é um manancial de entretenimento. Há inúmeros patos, as sempre presentes gaivotas, e uma enorme população de guinchos. Nas zonas de areia vêem-se pilritos e maçaricos-das-rochas. E as ribeiras fervilham de vida. As felosas são às dezenas, e de vez em quando conseguimos ter um vislumbre de uma qualquer tímida galinha-d’água. Aqui e ali, no meio do verde da erva, emerge o pescoço branco e comprido de uma garça-boieira, movendo-se com aquele balanço quase hipnótico tão típico delas.

 

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Uma das opções para visitar o Parque poderá ser a partir da estação de comboios de Alverca e percorrendo o Trilho da Estação, que termina no extremo norte do Trilho da Verdelha. Daí segue-se junto à ribeira com o mesmo nome até chegar ao observatório de aves, onde começam os Trilhos do Forte da Casa e o do Tejo – mais curto, mas sem dúvida o mais espectacular: 730 metros de passadiço de madeira sobre o dique, com o rio ao lado e uma paisagem a perder de vista.

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Outra possibilidade, talvez a mais simpática, será deixar o carro no estacionamento da Praia dos Pescadores. É aqui que se situam as infra-estruturas de apoio e recreio principais: um parque de merendas, um café, casas-de-banho, zonas para jogos e o Centro de Interpretação Ambiental e da Paisagem.

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Em jeito de esculturas, foram espalhadas pelo espaço da Praia dos Pescadores várias peças em ferro pertencentes ao espólio do estaleiro da Somague, e ao lado da praia, “encalhadas” no lodo, há várias embarcações desactivadas.

 

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Apesar de os trilhos não serem nem extensos, nem cansativos – são planos na sua quase totalidade - reservem pelo menos uma manhã ou uma tarde inteira para conhecer o Parque; a paz do lugar não condiz com pressas, e são muitos os motivos para parar durante o passeio. 

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Agora que já temos luz diurna durante mais horas e (dizem os senhores do tempo) vêm aí uns quantos dias de sol, fica aqui a minha sugestão para um passeio a pé tendo como cenário o pouco conhecido sapal do estuário do Tejo.

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