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Viajar. Porque sim.

Paixão por viagens, escrita e fotografia

Viajar. Porque sim.

Paixão por viagens, escrita e fotografia

Bilhete-postal de Santorini - I

Casario branco, cúpulas azuis, escadinhas que se enroscam como cobras à volta dos edifícios, caminhos estreitos serpenteando pelas encostas, um mar cintilante em tons esmeralda, moinhos, burros e pores-do-sol famosos nas sete partidas do mundo – estas são as imagens que nos vêm à memória quando se fala de Santorini.

 

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Maciçamente divulgada como destino turístico, a ilha é constantemente invadida por hordas de pessoas “despejadas” pelos navios de cruzeiro que ali fazem escala, pelas várias carreiras diárias de barcos que a ligam ao continente e a outras ilhas, e pelos aviões charter ou regulares que chegam ao seu pequeno aeroporto. Com uma população local de cerca de 11.500 almas, recebe anualmente 500.000 visitantes nos seus 73 km2. A maioria chega de manhã e parte ao início da noite, cumprido que está por essa altura o ritual do passeio pelas ruas, das compras nas lojas de souvenirs, e dos “ahs!” e “ohs!” de admiração enquanto vêem o pôr-do-sol.

Mas para apreciar bem Santorini convém passar lá mais do que umas poucas horas, pois só assim haverá tempo suficiente para conhecer com calma a sua face menos mundana, menos agitada e mais genuína.

Foi esta a minha opção, e neste post e nos próximos vou contar-vos como foi a minha visita à ilha.

 

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A viagem

A manhã está cinzenta e chuvosa quando saímos do hotel em Atenas e entramos no Metro que nos vai levar ao Pireu. A saída do ferry Blue Star Delos está marcada para as 7:25 e a viagem de metro são cerca de 20 minutos, mas às 6 e pouco já estamos a chegar ao porto, porque ainda temos de levantar os bilhetes (pré-marcados pela Internet) e desconhecemos completamente o que nos espera.

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Afinal corre tudo lindamente. O cais de onde sai o ferry é muito perto da estação de Metro e não há filas na bilheteira, por isso dez minutos depois já estamos dentro do barco. Mesmo assim, há bastante gente que madrugou ainda mais do que nós, e muitos dos melhores spots já estão ocupados. O Delos parece mais um navio de cruzeiro do que um simples ferry – na verdade, tem capacidade para 2.400 passageiros e 430 veículos – e tem uma zona de recepção, uma divisão com grandes prateleiras para guardar as bagagens (mas podemos levá-las para o pé de nós, se quisermos), cabines com cama, salas com airseats (sofás individuais e muito confortáveis), e várias salas com pequenos sofás e poltronas dispostos em volta de mesas, tudo rodeado por enormes janelas panorâmicas para podermos apreciar a paisagem. Tem também, obviamente, amplas instalações sanitárias e balcões onde servem vários tipos de comida e bebida, desde um simples café ou um bolo até refeições quentes. Os preços a bordo são um pouco mais caros do que no exterior (a título de exemplo, um donut – gigantesco, note-se! – e um sumo custaram 5,10€), mas não há qualquer tipo de restrição e podemos levar a nossa própria comida para bordo. Existem decks exteriores para quem quer fumar ou apanhar ar fresco, um canil para cães, várias lojas onde comprar revistas ou presentes, máquinas de jogos electrónicos, e tomadas para carregar o telemóvel ou o computador. Também disponibilizam rede wireless de ligação à net, mas lamentavelmente é necessário pagar.

 

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A viagem vai ser longa: quase 9 horas, que vamos tentar ocupar o melhor que pudermos. Há barcos mais rápidos para todas as ilhas, que demoram apenas 5 ou 6 horas – mas o preço do bilhete é entre 25 a 30 euros mais caro, e no nosso caso achámos que não se justificava.

À medida que se aproxima a hora da partida, o movimento no cais vai-se intensificando, sobretudo de carros, carrinhas e camiões, que entram de marcha atrás na enorme garagem para largarem os seus atrelados no interior. Quando chegarem ao seu destino, lá estará outro reboque para os ir recolher. As manobras fazem-se com fluidez e eficiência, sob a supervisão do pessoal do ferry, percebe-se bem que não querem dar margem para atrasos.

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O Delos parte à hora prevista, completamente cheio. O tempo continua desagradável e de vez em quando cai uma chuvada, mas mesmo assim os decks exteriores têm bastante gente. A primeira parte da viagem é a mais aborrecida. São quase 5 horas até à ilha de Paros, a primeira paragem do trajecto, e durante todo esse tempo nada se vê no exterior a não ser uma enorme extensão de água cinzenta, a condizer com a cor do céu. Aproveitamos para passear pelo barco, comer alguma coisa, dormitar, ler e planear o que vamos fazer em Santorini.

 

Blue Star Delos (ferry) - a caminho de Santorini (

 

Pouco depois das 10 horas chegamos a Paros. Durante mais ou menos 20 minutos repete-se no cais a azáfama de saídas e entradas, embora em menor escala. Já não chove, por isso o deck traseiro está cheio de gente como nós, a observar e a tirar fotografias, para quebrar a monotonia da viagem. A cena volta a repetir-se cerca de meia hora depois, quando o barco pára em Naxos. O ambiente modorrento das primeiras horas da viagem desapareceu, e já se sente no ar a excitação de estarmos perto do nosso destino.

 

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A chegada

Conforme vamos avançando para sul, o tempo vai melhorando. Santorini está a 235 quilómetros de distância do Pireu, e são 3 da tarde quando começamos a vê-la ao longe.

Há 3.500 anos deu-se uma violenta explosão vulcânica na ilha, que tinha na altura uma forma circular. A explosão fez afundar no mar toda a parte central, e o que resta hoje é um crescente lunar que abraça a maior caldeira do mundo (com cerca de 11 x 22 km). Do conjunto fazem ainda parte as ilhas de Thirasía, Nea Kameni, Palea Kameni e Aspronisi.

 

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Entramos na caldeira junto à extremidade norte de Santorini, e a primeira coisa que vemos é a localidade de Oía (pronuncia-se Ía), um amontoado de casas em branco e creme sobre rocha quase negra, com uma ou outra pincelada ocasional de cor pelo meio. As cúpulas azuis de meia dúzia de igrejas destacam-se em toda aquela brancura, as mais altas recortando-se contra o céu ainda povoado por umas quantas nuvens cinzentas.

 

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Um pouco mais à frente repete-se a paisagem, à medida que vão deslizando ante o nosso olhar, no topo das enormes falésias, as localidades de Imerovigli, Firostefani e por fim Fira, a capital. No nosso percurso final até ao porto, cruzamo-nos com alguns navios de cruzeiro, enormes como arranha-céus, já de partida para outras ilhas, outros ainda parados a aguardar o regresso dos passageiros.

 

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Santorini tem dois portos principais: o de Skala, situado em Fira, e o porto novo de Athinios, situado na costa oeste da ilha, cerca de 9 km a sul de Fira. É aqui que atracam os barcos que fazem a ligação regular com o continente e as outras ilhas, uma vez que o porto antigo de Skala está actualmente reservado para o turismo. Os grandes navios de cruzeiro permanecem ancorados ao largo da ilha, na caldeira, e o transporte dos turistas é feito em pequenas embarcações a motor que viajam constantemente entre o navio e o porto. No porto de Skala estão também atracados os barcos usados para os passeios turísticos até às pequenas ilhas vizinhas e a outros locais de Santorini.

Manobras de atracagem concluídas, deixamos o Delos por volta das 4 e um quarto da tarde. Sopra um vento frescote, mas não chove e o sol brilha entre as nuvens já esparsas. Junto ao cais de Athinios acumulam-se carros, táxis e autocarros com destino a praticamente todas as localidades da ilha, prontinhos para levar as muitas centenas de pessoas que estão a desembarcar. No meio da confusão lá conseguimos descobrir um autocarro para Oía, que tem paragem em Firostefani perto do pequeno hotel onde vamos ficar. A viagem custa 3,80€ - se fosse até Fira seria um pouco menos, mas Firostefani fica cerca de 1,5 km depois e a estrada é sempre a subir. Mesmo apenas levando uma mala pequena e uma mochila, depois de tantas horas de viagem não nos apetece nada fazer aquele bocado de caminho a pé.

E é assim que, 20 minutos e bastantes curvas e contracurvas depois, apreciando ora a paisagem rural e semi-árida com o mar ao fundo, ora a paisagem urbana de uma ilha ensolarada dedicada ao turismo, chegamos ao nosso hotel. Cheira a mar e a flores, e mesmo apesar do cansaço a nossa disposição é a melhor. Pudera! Estamos finalmente em Santorini!

 

Porque viajo

 

Há dias dei por mim a pensar na razão pela qual gosto tanto de viajar. Afinal, o ser humano é um animal de hábitos, e conheço muitas pessoas que não têm a mesma apetência por viagens, preferem estar sossegadas na sua vida diária, na sua casa, no ambiente que já conhecem e a que estão habituadas. Já eu… passo o tempo a pensar na próxima viagem, adoro a excitação de fazer a mala, a lista das coisas de que preciso, tentando não me esquecer de nada que seja essencial. Se vou de viagem, mesmo que seja só para ir a 100 km de distância, levantar cedo nunca é um sacrifício. Gosto de viajar seja de que maneira for – carro, comboio, barco, avião – e surpreendentemente, apesar de ser habitualmente “esquisitinha” com o que como, adoro experimentar a comida típica de cada país – o que até tem contribuído para ampliar o meu leque gastronómico mesmo quando estou “em casa”.

Decidi por isso reflectir um pouco mais a sério e tentar perceber os motivos que estão por trás desta minha paixão pelas viagens, do meu “wanderlust”.

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Viajo para apreciar a beleza que há no mundo

Naturais ou construídas, existem no nosso planeta inúmeras maravilhas que podem e devem ser apreciadas in loco. Uma fotografia ou um filme podem encantar-nos, mas estar ao vivo naquele local é muito diferente. A luz, as cores, os cheiros, os sons, tudo isto só pode ser realmente sentido e experimentado se estivermos lá fisicamente. Já me desiludi ao visitar certos sítios que têm muito menos graça do que aparentam nas fotos, mas felizmente já me encantei muito mais vezes com outros que até desconhecia – e continuaria a desconhecer se não os tivesse visitado.

 

Viajo para aprender

Cada pessoa tem o seu tipo de memória, e a minha é multissensorial. Um livro, um artigo numa revista ou um documentário fornecem muita informação, mas a verdade é que me é muito mais fácil fixar o que quer que seja quando estou no próprio local. Tenho aprendido mais (ou pelo menos fixado melhor o que aprendi) sobre história, geografia, ciências e afins durante as minhas viagens do que de qualquer outra maneira. E além de aprender coisas novas, relembro outras e aumento os conhecimentos que adquiri em aprendizagens anteriores.

 

Viajo para conhecer outras realidades

Habituados que estamos ao nosso mundinho, é por vezes muito difícil compreendermos as pessoas que cresceram noutros ambientes geográficos, económicos e socioculturais. Em viagem tenho sempre a oportunidade de falar e trocar ideias com pessoas que vivem em contextos diferentes do meu, e isso permite-me conhecer e entender um pouco melhor (mesmo que às vezes não seja fácil) o que se passa fora do meu casulo. Contacto com ideias que são diferentes das minhas e isso ensina-me também a respeitar os outros.

 

Viajo para sair da rotina

Canso-me de fazer as mesmas coisas dia após dia mas, essencialmente por questões profissionais, a minha vida é bastante rotineira – afinal, há já muitos anos que passo a maior parte dos meus dias a trabalhar num local fixo, e o tempo que resta chega para fazer as outras tarefas obrigatórias, dormir, e pouco mais. Os fins-de-semana contrariam um pouco a modorra dos dias úteis, mas não o suficiente. Viajar permite-me quebrar completamente este ritmo e contribui para a minha sanidade mental, pois quando regresso consigo olhar para a minha paisagem habitual com outros olhos e trago mais ânimo para enfrentar a rotina.

 

Viajo para me mexer

Infelizmente, a minha profissão actual força-me a um certo sedentarismo que nem sempre tenho facilidade (ou vontade) em contrariar. Adoro andar a pé e faço-o sempre que posso, mas a falta de tempo imposta pelas minhas obrigações diárias e o próprio cansaço levam a que me mexa muito menos do que gostaria – e do que deveria. Por isso, quando viajo aproveito para me vingar da minha inactividade forçada e tento andar a pé o mais possível, o que traz a vantagem acrescida de compensar as calorias das óptimas comidinhas com que habitualmente me banqueteio em viagem.

 

Viajo para descansar

Algumas das minhas viagens têm como objectivo principal não fazer nada – ou fazer o menos possível. Às vezes sinto-me fisicamente cansada, e apetece-me mesmo é relaxar, não ter obrigações, e é óbvio que passar férias em casa tem a desvantagem de haver sempre coisas para arrumar, limpar, reparar e por aí adiante. Resultado: os dias que deviam ser consagrados ao descanso acabam por voar num ápice e parece-me que nem estive de férias.

 

Viajo para esvaziar a cabeça

Tenho uma profissão intelectualmente algo desgastante e por vezes trabalho sob pressão, sobretudo temporal, o que me deixa frequentemente exausta. Mesmo já tendo o hábito de “desligar” assim que saio do trabalho ao fim do dia, há alturas em que o cansaço teima em se acumular, e um simples fim-de-semana ou uns dias em casa não chegam para o dissipar. Viajar é uma forma de fazer um “reset” ao meu cérebro, acalmar a muita actividade a que ele é obrigado diariamente e limpar tudo o que está a ocupá-lo sem necessidade. Em viagem concentro-me apenas no presente e no futuro imediato, dedico-me a usufruir da experiência e apenas me preocupo com o que é básico – dormir, comer, deslocar-me, e sobretudo aproveitar ao máximo aquele tempo de descontração que está ao meu dispor.

 

Viajo para coleccionar memórias e experiências

Por muito boa e preenchida que seja (e tenha sido até agora) a minha vida, algumas das minhas melhores memórias estão ligadas a viagens que fiz. Em viagem tudo é novo e excitante, e mesmo algum percalço ou um pequeno desapontamento são facilmente ultrapassados e esquecidos. Estou mais aberta a experimentar novas sensações, a sair da minha zona de conforto, o que me permite guardar recordações únicas e por isso facilmente memoráveis, que continuarão comigo muito depois de a viagem terminar. Por outro lado, o facto de estar num sítio desconhecido obriga-me a ser activa e a ter iniciativa própria – preciso de procurar, de perguntar, de decidir, e tudo isso contribui para esticar as minhas próprias limitações.

 

Viajo para crescer

Lugares diferentes, outros costumes e outras gentes, mais conhecimento, experiências novas… os meus horizontes alargam-se, os meus limites expandem-se, e tudo isso contribui para o meu crescimento pessoal. Quando regresso de uma viagem venho sempre mais rica.

 

O que é que vos leva a viajar?

 

Comer na Grécia

 

Já vos disse que na Grécia se come muito bem? Pois é mesmo verdade. Já falei um pouco sobre a comida grega neste post, mas vou agora partilhar convosco algumas fotos de deliciosos pratos típicos gregos, e mais algumas coisinhas saborosas que se podem comer por lá. Há bons restaurantes em toda a Grécia (ficam as sugestões daqueles que conheci) e mesmo nas zonas mais turísticas os preços são bastante razoáveis. Bom apetite!

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MOUSSAKA

Uma espécie de empadão feito com carne picada, batata cozida, beringelas e tomate, com uma “tampa” de molho branco, tudo isto cozinhado depois no forno, tradicionalmente em tachinhos ou pequenos pratos de barro.

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Onde:

Santorini - Parea Tavern (Fira - Santorini, 11111111 Firá, Kikladhes)

Atenas - Alexander the Great (Megalou Alexandrou 3-7 | Karaiskaki Square, Athens 104 37)

 

BERINGELAS RECHEADAS

Imam bayildi é beringela recheada com tomate, cebola, alho e salsa, e depois assada no forno. O recheio pode também incluir carne picada, pão ralado e outros ingredientes.

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Onde:

Santorini (Firostefani) – Simos Taverna (25is Martiou, Thera 847 00)

Milos – Molos Tavern (Pollonia)

 

PASTITSIO

 Pastitsio é uma espécie de lasanha feita com macarrão, carne picada, molho de tomate e molho béchamel.

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Onde:  

Ios - Elpis (Praia de Mylopotas, Mylopotas, 84001, Kikladhes)

 

SOUVLAKI

 Souvlaki é o termo geral para espetadas (de carne, peixe, marisco, legumes, etc.) grelhadas no carvão.

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Onde:

Santorini - Parea Tavern (Fira - Santorini, 11111111 Firá, Kikladhes)

Thirasía (Santorini) - Captain John (Korfos, Thirasía, Kikladhes)

 

KOKKINISTO

 Carne estufada em molho de tomate.

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Onde:

Santorini (Firostefani) – Simos Taverna (25is Martiou, Thera 847 00)

Milos - Flisvos (porto de Adámas)

 

 GRELHADA MISTA

 Os gregos são grandes apreciadores de grelhados, e da oferta habitual fazem parte os grandes pratos com carnes grelhadas de várias espécies, acompanhados de batata frita, salada e molho tzatziki (feito com iogurte e pepino), e ainda por vezes croquetes de curgete.

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 Onde:

 Atenas - Efcharis (Adrianou 49Α, Monastiraki, Athens 10555)

 

PETINGA FRITA

Nas ilhas gregas come-se bom peixe, mas saber que eles também gostam de peixe miúdo frito foi para mim uma novidade. Uma novidade boa, note-se, porque estavam simplesmente divinais – pareciam mesmo acabadinhas de pescar.

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Onde:

Ios – Drakos Taverna (Praia de Mylopotas, Mylopotas, 84001, Kikladhes)

 

CHOCO GRELHADO

Tenro e grelhado no ponto certo.

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Onde:

Ios – Drakos Taverna (Praia de Mylopotas, Mylopotas, 84001, Kikladhes)

 

MACARRÃO COM LULAS

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Onde:

Milos - Flisvos (porto de Adámas)

 

LULINHAS FRITAS

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Onde:

Santorini (Firostefani) – Simos Taverna (25is Martiou, Thera 847 00)

 

FRANGO COM AÇAFRÃO

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Onde:

Milos – Molos Tavern (Pollonia)

 

BAKLAVA

Massa filo recheada com frutos secos e mel. Um tipo de bolo tradicional muito frequente nos países do Médio Oriente, Turquia, Balcãs e, claro, na Grécia. Imperdível.

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Onde:

Santorini - Parea Tavern (Fira - Santorini, 11111111 Firá, Kikladhes)

 

KATAIFI

Tipicamente grego, este bolo também é feito com frutos secos e mel, mas com uma massa filo na forma de fios fininhos. Muito, muito doce.

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Onde:

Santorini – Zotos (Fira,847 00 Santorini, Kikladhes)

 

PUDIM HALVA

Um pudim à base de sêmola embebida em xarope.

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Onde:

Ios – Drakos Taverna (Praia de Mylopotas, Mylopotas, 84001, Kikladhes)

 

MIL FOLHAS COM GELADO

O melhor mil folhas que já comi até hoje, sem sombra de dúvida. Massa fininha e saborosa, com um recheio de ir às lágrimas, e uma bola de gelado à escolha a acompanhar. Sem palavras.

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Onde:

Milos – Aggeliki (Akti Pavlou Dimoulaki, 84801 Mílos, Kikladhes)

 

GAUFRE COM GELADO E NOZES

Uma gaufre gigantesca e saborosa, quentinha e com o gelado a derreter-se por cima. Com um sumo natural a acompanhar, foi o lanche perfeito para um fim de tarde numa esplanada com vista soberba sobre a ilha de Milos.

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Onde:

Milos – En Plo (Plaka, Mílos, Kikladhes)

 

TARTE COM CREME GELADO, ROMÃ E CHOCOLATE

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Onde:

Atenas – The Ice Cream Shop (Monastiraki Square,7)